Tendo como mote o tema da violência baseada no género, em contexto de escola, o lab foi concebido com a Prof.ª Maria João Machado da Escola Secundária Gabriel Pereira (ESGP), a Dra. Helena Ferro e o Dr. Paulo Caraça, da Divisão de Educação e Inclusão Social da CME, Dra. Ana Beatriz Cardoso da ASM, Joaquim Tavares, artista e alumnus da UÉ, e Dra. Célia Peralta do Gabinete para a Igualdade de Género e Inclusão da UÉ. Os cartazes e ficheiros áudio criados pelos estudantes são de impacto e de leitura fácil e têm o potencial de serem divulgados em campanhas associadas à igualdade de género. Alun@s do 12ºH de Oficina de Artes: Alice Costa Cavaco, António Eduardo Pontes Silva Morais, Beatriz Camacho Pataquinho, Carolina Cardoso Rodrigues, Carolina Gonçalves Reis, Catarina David Pacifico Paias, Daniel Filipe Roque Tirapicos, Eva Martins Janeirinho, Guilherme Miguel Figueiras Monginho, Iara Filipa Gouveia Grenha, Inês Serralheiro Silva, Laura Carreira Falcão, Laura Franco Gonçalves, Leonor Candieiras Pereira, Margarida Rodrigues Fonseca, Mariana Jesus Vintém Pessoa, Mariana Santos Gonçalves, Mariana Ferro Barrigó Martins Passos, Pedro André Santana Fialho, Pedro Rafael Lobo Penado, Rafael Balicha Fortuna Teixeira, Rita Sofia Carvalho Grilo e Teresa Batista Relva. As fotografias são da autoria de Isabel Guedes e Catarina Ferreira, mestres em Práticas Artísticas em Artes Visuais do DAVD/EA/UÉ. Paralelamente a este laboratório, foi realizada a oficina «Castanha na Escola só se for assada», em que os estudantes do DAVD/EA/UÉ, colaboraram com os da ESGP, na realização de um conjunto de cartazes. A expressão portuguesa «Castanha na escola só se for assada» recorre a um jogo semântico com o termo castanha, que no português informal pode designar um soco ou golpe, enquanto o qualificativo assada introduz uma dimensão humorística que sublinha que o único contexto aceitável para a presença da castanha no espaço escolar é o alimentar, reforçando a ideia de que não há lugar, na escola, para confrontos físicos baseados na violência.
With the theme of gender-based violence in a school context as its motto, the lab was conceived with Prof. Maria João Machado from Escola Secundária Gabriel Pereira (ESGP), Dr. Helena Ferro and Dr. Paulo Caraça, from the CME's Education and Social Inclusion Division, Dr. Ana Beatriz Cardoso from ASM, Joaquim Tavares, artist and UÉ's alumnus and Dr Célia Peralta from the UÉ's Office for Gender Equality and Inclusion. The posters and audio files created by the students are impactful and easy to read, and have the potential to be used in campaigns promoting gender equality. 12th grade students from the Arts Workshop subject: Alice Costa Cavaco, António Eduardo Pontes Silva Morais, Beatriz Camacho Pataquinho, Carolina Cardoso Rodrigues, Carolina Gonçalves Reis, Catarina David Pacifico Paias, Daniel Filipe Roque Tirapicos, Eva Martins Janeirinho, Guilherme Miguel Figueiras Monginho, Iara Filipa Gouveia Grenha, Inês Serralheiro Silva, Laura Carreira Falcão, Laura Franco Gonçalves, Leonor Candieiras Pereira, Margarida Rodrigues Fonseca, Mariana Jesus Vintém Pessoa, Mariana Santos Gonçalves, Mariana Ferro Barrigó Martins Passos, Pedro André Santana Fialho, Pedro Rafael Lobo Penado, Rafael Balicha Fortuna Teixeira, Rita Sofia Carvalho Grilo e Teresa Batista Relva. The photographs are by Isabel Guedes and Catarina Ferreira, masters in Artistic Practices in Visual Arts from DAVD/EA/UÉ. In parallel with this laboratory, a workshop entitled «Chestnuts at School Only if Roasted» was held, in which students from DAVD/EA/UÉ collaborated with those from ESGP to create a series of posters. The Portuguese saying «Castanha na escola só se for assada» literally mentions a chestnut, but its figurative meaning is that physical violence or hitting is not acceptable at school. The Portuguese expression «Castanha na escola só se for assada» (Chestnuts at school only if they are roasted) plays on the word castanha, which in informal Portuguese can mean a punch or blow, while the adjective assada introduces a humorous dimension that emphasises that the only acceptable context for the presence of castanha in school is as food, reinforcing the idea that there is no place in school for physical confrontations based on violence.